Mostrando postagens com marcador Emissão de poluentes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Emissão de poluentes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Amazônia diversa: Vale, BNDES e fundos de pensão criam Fundo de Reflorestamento para a Amazônia

A Agência Brasil notícia com "pompa e circunstância" que a "Vale, BNDES e fundos de pensão criam Fundo de Reflorestamento para a Amazônia".
Uma notícia interessante e instigante. Descobiram que o reflorestamento é mais rentável que a pecuária.
 Mais interessante ainda é o discurso: “Este é um exemplo bem sucedido de projeto social com retorno econômico. Hoje, já plantamos no Pará uma árvore por habitante e nossa meta é que seja plantada uma árvore para cada brasileiro. E é um projeto altamente rentável, muito mais que a pecuária que, lá, é extensiva”.  O grifo é meu, a fala é do presidente da Vale, Roger Agnelli.

Projeto social ? Ora, ora!! A iniciativa é muito interessante, mas é da Vale Florestar S.A. Não é um projeto "social". Abrange os municípios de Dom Eliseu, Ulianópolis, Paragominas, Rondon do Pará, Abel Figueiredo e Bom Jesus do Tocantins, no Pará (imagem ao lado, reprodução VALE)

Veja na íntegra e tire suas conclusões no site da Agência Brasil.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Amazônia a venda (para empreendedores sérios) Será Sumano ?

O governo federal abrirá licitação em junho.para a exploração de uma grande área de Floresta Amazônica nas imediações da rodovia BR-163, no Pará. A concessão prevê o manejo da Floresta Nacional de Amana e permitirá a utilização de 364 mil hectares, o equivalente a 60% da área, que tem 560 mil hectares. A licitação faz parte da Lei de Gestão de Florestas Públicas (N.º11.284/2006), iniciativa do governo para tentar conter o desmatamento ilegal na Amazônia. A lei prevê a possibilidade de empresas ou cooperativas explorarem os recursos madeireiros de florestas públicas por meio de um plano de manejo. A primeira floresta que já passou por licitação é a do Jamari, em Rondônia.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Mais indústrias na Amazônia: Marabá

O Pará vai receber investimento pesado até 2014, serão ilhões de reais serão investidos para mudar o sul e sudeste do Pará. Na cidade de Marabá, será implantada a siderúrgica Aços Laminados do Pará (Alpa). É muito dinheiro, são muitos objetos espaciais novos, uma nova dinâmica se instala na cidade e seu entorno. Mas será que a cidade está preparada para tanta mudança ? Será que a cidade possui equipamentos e serviços públicos para comportar a nova dinâmica que se instalará ?
Eis a grande questão.

Alpa - A partir da licença prévia, a expectativa da Vale S.A. é iniciar os serviços de terraplanagem no mês de junho e as demais etapas da obras, em outubro. O empreendimento compreende a instalação de um sistema totalmente integrado a partir da construção de uma siderúrgica para produzir aços laminados e placas, a construção de um acesso ferroviário para receber o minério de ferro de Carajás, a construção de um terminal fluvial para receber o carvão mineral e fazer o escoamento da produção siderúrgica até o terminal de Vila do Conde, em Barcarena.

quinta-feira, 25 de março de 2010

A taxa líquida de perda de florestas no mundo reduz, Brasil e China são protanistas do processo, diz BBC.

            Forest loss slows, as China plants and Brazil preserves,  este é o título em inglês de  artigo da BBC News baseado em relatório da FAO (Nações Unidas) onde pela primeira vez é atestada a redução global de perda de florestas, a despeito das taxas ainda alarmantes.Como fatores impulsionadores do processo são destacados os esfoços políticos para conservação e preservação que no Brasil tem como um dos apoiadores o próprio presidente da répública.  O artigo parece deslizar quando aponta a redução da exploração madeireira como fator para redução no Brasil, simplificando o processo. Destaca-se, NO LEIA MAIS, os principais pontos do artigo:

 Foto:  Reprodução     

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Amazônia: pecuária na Amazônia em cheque

                     Em 02 de junho de 2009, a forma de instalação da cadeia da pecuária na Amazônia, onde se destaca a desflorestamento ilegal para pastagens bovinas, foi escancarada para o mundo depois das ações do Ministério Público do Pará contra produtores de gado que promoveram desmatamento ilegal de áreas de florestas. No escopo da mesma ação, avisou aos frigoríficos e curtumes compradores de gado destas fazendas que eles não deveriam mais adiquirir gado de tais produtores, a mesma advertência foi feita ao comércio varejista ligado a cadeia nacionalmente. Caso contrário, serão responsabilizados solidariamente pelos crimes. 

                                         Paralelamente, o Greenpeace, mostrou em estudos-denúncia que as indústrias processadoras de carne e couro na Amazônia, estão fortemente conectadas a grandes empresas globais, tentando conscientizar a população da necessidade de atentar para o consumo consciente, para a verificação de origem dos produtos consumidos.

     Um debate já realizado por muitas outras instituições,há algum tempo. Como por exemplo, Movimento Nossa São Paulo ou Instituto PEABIRU.
Mas uma visita rápida no site do BNDES verifica-se que o governo brasileiro não só financia a cadeia de produção bovina através de créditos e incentivos, mas que autarquias federais associam-se as indústrias processadoras de carne e couro. Isto, princípio, não é ilegal, não é imoral. Mas possibilita debates quanto aos critérios para o financiamento e associação governamental. Um quadro não afeito a conclusões apressadas

Amazonia

Amazônidas: pequeno kaiapó

Amazônidas: pequeno kaiapó
Altamira-Pará Foto Carmen Américo